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sábado, 31 de março de 2012

[Windows 7] Activar Funcionalidade Telnet e TFTP

- Recentemente tive necessidade de volta a configurar uma vez mais um Router, para iniciar um projecto da tese final de curso, que tenho de fazer. Contudo, e não tendo naquele momento recurso à internet para poder descarregar o famoso "Putty" tentei usar a funcionalidade Telnet, que tipicamente vem nativamente disponível com os SO's Windows, mas não tive sucesso no Windows 7!

Após algumas pesquisas constatei que a funcionalidade Telnet e TFTP vêm, no Windows 7, por defeito desactivadas. Posto isto, hoje vou vos explicar o procedimento para poderem activar, estas duas ou mais funcionalidades que estão desactivadas.

Procedimento:
1. Aceder ao painel de funcionalidades do Windows, utilizando a palavra "optionalfeatures" colocar na opção de pesquisa que está no Iniciar.


2. Na janela que é aberta, seleccionar as opções Telnet e TFTP e por fim carregar no botão OK.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

WOL - Wake On LAN

O Wake On Lan, tambem conhecido por Remote Wake Up, é um padrão que permite ligar um computador de outro local através de uma ligação de rede.

As etapas de configuração a seguir descritas foram realizadas para permitir Wake On Lan em todos os estados de energia, num PC com uma motherboard Asus P5KC (adaptador de rede onboard) e com SO Windows XP.

Procedimento:
1 - BIOS "Power" secção:
» 1.1 - Definir "Power Up On PCI Device" para "Enabel".

2 - No Gerenciamento de Dispositivos do Windows XP, aceder ás propriedades do adaptador de rede "Atheros L1 Gigabit Ethernet 10/100/1000Base-T Controller":
» 2.1 - Aceder ao separador "Avançadas" e definir "Wake Up Capabilities" para "All".


» 2.2 - Aceder ao separador "Gestão de energia" e seleccionar todas as opções.
(A ultima opções liga o computador apenas quando o pacote mágico WOL é recebido. Sem esta opções seleccionada, todo o tráfego enviado para a placa de rede liga o PC.)


Agora, com esta funcionalidade activa é possível iniciar o PC, através do router com firmware dd-wrt a partir de qualquer local do mundo (desde que se tenha ligação há net, Claro!).

Nota importante: Caso tenha password na BIOS, deve desactiva-la para permitir que o computador inicie o windows XP

sábado, 2 de outubro de 2010

Compreensão do comando “ping”

O método que normalmente é utilizado para saber se um equipamento está atingível na rede, é o comando ping. O comando ping é um dos comandos mais utilizados na área das redes, devido a possibilitar uma triagem rápida e simples de conectividade entre equipamentos.
O comando ping recorre ao protocolo ICMP, permitindo testar a conectividade entre equipamentos (end-to-end). Em termos de analogia, o ping pode ser comparado ping-pong, devido a quando é enviado a bola para o outro lado da mesa (echo), caso esteja lá alguém envia/recebemos novamente a bola (reply).
Agora vamos compreender o comando ping:

C:\Documnts an Settings\iMartinswrt>ping 127.1.0.0

A enviar para 127.0.0.1 com 32 bytes de dados:

Resposta de 127.0.0.1: bytes=32 tempo<1ms ttl="128">

No exemplo mencionado, podemos concluir que o equipamento ao qual foi feito o ping, está atingível uma vez que obtivemos resposta. Na resposta podemos verificar novamente o IP isto porque não ouve a necessidade de haver a conversão e um endereço para ip. Podemos também constatar que o tamanho do pacote enviado para este teste, foi de 32 bytes e o tempo de demora foi inferior a 1 milissegundo. Por último temos o TTL, que significa TimeTo Life que traduzindo para português significa “tempo de vida” do pacote na rede, é um campo no cabeçalho do pacote que é decrementado cada vez que passa por um router, este campo é muito importante no
sentido de evitar que o pacote circule eternamente na rede, quando o valor do TLL atinge o 0, o pacote é destruído. Por outro lado, através do valor TTL (caso este não tenha sido alterado) é possível saber qual o sistema operativo que está a correr num determinado equipamento ao qual foi feito o ping. Para isso basta verificar o valor TTL e verificar o seu valor (em situações normais um comando ping não dá muitos “saltos” pela rede e o valor vem muito próximo do TTL
atribuído pelo SO).

  • UNIX - 255
  • Linux - 64
  • Windows -128
Nesta imagem, o que eu fiz foi um ping ao meu PC (que tem o SO Windows) e posteriormente fiz um novo ping a um equipamento da rede, mais concretamente ao meu router (e podemos verificar que o seu SO é Linux).

sábado, 31 de julho de 2010

Sites com link de radios (em actualização)

Esta mensagem tem o objectivo de divulgar dois sites bastante bons no que diz respeito a links de stream de rádios, que é bastante útil para poder obter de forma fácil e rápida o link de uma determina radio e posteriormente configurar no router.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Router com Mbox (em actualização)

Para quem não tem um receptor com sistema Linux, e que não queira estar a desgastar o seu PC, tendo-o sempre ligado, irei explicar como colocar o Mbox a correr a partir do Router.

Requisitos:
1º- Router com 2 portas USB ou mais, já com dd-wrt.
2º- Cabo USB/RS232.
3º- Pen ou Leitor de Cartões MMC/SD.
4º- Aplicação WinSCP.


Parte 1

Depois de terem instalado o firmware no router, terá de se configurar o router para poder utilizar a Pen/Leitor Cartões, e para isso terão de fazer o seguinte:

- Na barra de endereços do browser, digitamos o IP do router (192.168.1.xx), fazemos “Enter” e de seguida abre-se a página do Painel de Control do Router.

- De seguida no separador “Services”, “USB” activamos “Core USB Support”, e depois activamos todas as opções que irão aparecer abaixo, excepto “USB Printer Support” e, no caso do meu router (ASUS WL-500gp v2) “USB 2.0 Support” (esta última se estiver activada não deixa comunicar entre o Receptor e o Router).

- Depois disto vamos ao fundo da página e fazemos “Save” e depois “Apply Settings”.

- Em “Setup”,“DDNS” introduzimos os dados da conta DNS.

-Em “Services”“Services” activammos a opção “Secure Shell” (só mesmo activar (Enable) e deixem ficar o resto conforme aparece).
-Em “Security” desactivem a “Firewall”
-Em “NAT/QOS” abrir a porta do router que vai dar acesso ao Mbox (na maioria dos casos, como se sabe, utilizam a 12000, mas isto varia de Peer para Peer).
-Em “Administration” activar a opção “JFFS2 Support” e não mexer em mais nada.


Parte 2

Agora estamos prontos para começar a configuração para a ligação da Pen/Leitor de cartões ao router.
- Em 1º lugar, vamos formatar a Pen/Cartão de Memória no sistema FAT16/32 ou ext2/ext3 (o mais aconselhado será mesmo ext2/ext3 por ser formato padrão do Linux).
- Vamos precisar de 2 ficheiros, para mais á frente introduzir juntamente com os ficheiros do Mbox na Pen/Cartão
1º- ficheiro usbserial.o
2º- ficheiro pl2303.o (este é o que utilizo, pois o adaptador usb/rs232 é da “Prolific”)
ou
3º- ficheiro ftdi_sio.o (este de certeza que é para outra marca de adaptador)

Podem baixar o ficheiro seguinte, que contém ainda outros ficheiros que poderão ser úteis no caso de outros adaptadores. Ficheiro aqui.

De seguida copiamos todo o conteúdo do Mbox para dentro da Pen/Cartão, mais os 2 ficheiros mencionados acima.

- Agora vamos introduzir a Pen na porta “USB” do Router.
- Introduzir de seguida o Cabo USB/RS232 que já pode estar conectado ao Receptor.


Parte 3

- Se não tiverem, baixar o programa “WinSCP” pois iremos precisar dele para comunicar com o router, e aí podermos substituir, modificar e analisar os ficheiros do Mbox(Pen).
- depois de instalado, abrimos o “WinSCP”
- em “Host Name” pomos o IP do Router (192.168.1.xxx)
- em “Port Number” fica a porta 22
- em “user name”root
- em “Password” tem de ser a Password do router que foi definida inicialmente.
- em “File Protocol” escolhemos “SCP”
Agora é só fazer “Login” e meter aí a tal Password do router (possivelmente irão aparecer depois 2 avisos de “erro”, fazer sempre “OK”)
- estamos agora dentro do directório do Router.
- vamos á pasta “/mnt” e já tem de aparecer os ficheiros do Mbox

Parte 4

- Vamos agora, no “Ambiente de Trabalho” do vosso PC, abrir um documento de texto, para criar-mos um ficheiro de arranque que irá ser colocado em “/mnt”(ver imagem acima).
Abrimos o documento de texto, e colocámos lá o seguinte:
cd /mnt
insmod /mnt/usbserial.o // no fim é um ó e não um zero
insmod /mnt/pl2303.o //no fim é um ó e não um zero
./mbox-2.4.openwrt /mnt/mbox.cfg &

Guardamos como “startup” e fechamos o documento de texto, e no “WinSCP” -> “/mnt”, arrastamos para lá esse ficheiro “startup”.

Depois nesse mesmo ficheiro, já dentro de “/mnt”, clicar com o lado direito do rato, e vamos renomear (rename) esse ficheiro, retirem-lhe só a extensão “.txt”, e pronto, está preparado.


Parte 5

Agora vamos abrir o programa “Mbox Control Center” no nosso PC, mas antes, e para que este programa possa comunicar com o Mbox no Router, vamos alterar a linha “Z” no Mbox.cfg que está no router através do “WinSCP”, clicar 2 vezes no ficheiro “mbox.cfg” e alterar as linhas abaixo .
Pomos então essa linha da seguinte maneira:
Z: { 13 01 } { 192.168.1.xxx 8000 } (Aqui é o IP do Router + a porta de comunicação que por defeito no MCC está a 8000)

Agora vamos modificar a linha “S” no mbox.cfg para termos comunicação do mbox para o receptor.
S: { /dev/usb/tts/0 115200 }
É exactamente assim que deve ficar esta linha.
Modificar também as linhas “T” e “K”:
T: { /mnt/ }
K: { /mnt/ }
E aqui, no mbox.cfg, não é necessário alterar mais nada.
No Cwshare.cfg, também não se mexe.
Na parte “Definições” do “MCC”, pôr conforme (brevemente colocarei imagem):


Parte 6

Agora com o Mbox Control Center aberto, vamos em “Telnet”, (automaticamente o programa introduz o “Login” e a “Password”, e estamos prontos para fazer arrancar o Mbox.
-então para isso seguimos estes passos escrevendo o seguinte:
cd /mnt
./startup
A partir daqui, poderemos ver o Mbox a arrancar
-vamos então para a Aba “Mbox-Trace” onde veremos a comunicação com os “Peers” a ser efectuada.
damos cerca de 30 segundos até pegarmos no comando do receptor e de vez em quando mudar de 1 canal para outro, até
vermos a aparecerem as tão desejadas CW0 e CW1 (flores).

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Siglas, e seus significados

Esta mensagem tem como objectivo mencionar algumas siglas fortemente utilizadas no mundo das telecomunicações, e seus significados. Como tal irá estar sempre em constante actualização, assim que surjam novas siglas que eu ache que deverão ser mencionadas.


CPE - A sigla CPE é um termo técnico muito utilizado por operadoras de telecomunicações e fornecedores de serviços de comunicação. É uma sigla em inglês quer dizer Customer Premises Equipment ou Customer Provided Equipment que significa "equipamento dentro das instalações do cliente".

CPE é assim um termo genérico que esta sempre relacionado à tecnologia e depende do contexto aonde é utilizado.

Por exemplo, para uma operadora de serviços celular o CPE é o telefone celular, para uma empresa de telefonia o CPE pode ser o aparelho de telefone (para serviços de voz) ou o modem ADSL (para serviços de dados).

Outros exemplos de CPEs: roteadores, cable modem, receptor de Wi-MAX. Qualquer equipamento que seja necessário para um cliente receber o serviço de comunicação é um CPE.

wiki

quarta-feira, 1 de abril de 2009

IPv6

O IPv6 é cada vez mais uma realidade que será adoptada a curto prazo. Deixo alguns link's sobre este com o intuito de terem uma abordagem sobre o tema que muito útil será num futuro próximo.

http://www.fccn.pt/index.php?module=pagemaster&PAGE_user_op=view_page&PAGE_id=490&MMN_position=131:131


http://curso.ipv6.br/ipv6_mod9.htm
http://www.ipv6.br/IPV6/MenuIPv6CursoPresencial#Apostilas_e_outros_materiais

Editado(22/06/10):

Alerta: "Psyb0t" - virus em equipamentos linux (modem's e routers)

Psyb0t

Tirando proveito de senhas fracas e softwares desactualizados dos equipamentos, este virus consegue infectar modems ADSL e Router's baseados em Linux. Esses equipamentos, por serem normalmente mais simples do que computadores “completos”, eram considerados bem mais seguros e não havia um código malicioso que os atacasse. Isso até a semana passada, quando pesquisadores divulgaram a descoberta do Psyb0t.

Pesquisadores da DroneBL anunciaram esta semana a descoberta de um vírus que se espalha por modems ADSL e Router's cujo sistema é baseado em Linux (arquitetura MIPS). Baptizada de “psyb0t”, o virus tira proveito de senhas fracas configuradas nos equipamentos e em vulnerabilidades existentes em firmware's -- como é chamado o software que opera o modem -- desactualizados.

O OpenWRT é um dos sistemas afectados, mas apenas se a configuração padrão foi modificada para permitir gerenciamento fora da rede interna. (Foto: Reprodução)

A grande maioria dos modems não é afectado. Muitos equipamentos não têm firmware Linux, e mesmo entre os que têm, a configuração padrão costuma não permitir o acesso remoto ao painel de administração -- necessário para que o vírus se propague.

Para verificar se o seu modem foi afectado, basta tentar entrar no painel de administração. Se a tela de login, pelo menos aparecer, não há infecção, pois o vírus bloqueia o acesso. Se o aparelho estiver infectado, basta realizar um “hard reset” no modem e configurá-lo de forma adequada.

A virus captura senhas e utilizadores por meio da análise do tráfego que passa pelo modem e forma uma rede zumbi, capaz de realizar ataques de negação de serviço, entre outros. O site da DroneBL está sob ataque, o que levou os pesquisadores à descoberta.

O psyb0t ataca apenas router's e modems que usam Linux. Computadores comuns e servidores não estão em risco.

domingo, 29 de março de 2009

Lista de firmware's para router's

Nos dias de hoje existem inúmeros firmware’s para também inúmeros equipamentos, no entanto tudo começou com a criação de um firmware baseado em Linux para a serie de equipamentos Linksys WRT54, que segundo documentação que li na internet penso que tenha sido o OpenWRT.
Mais a baixo podemos ver todos os nomes dos firmware’s que actualmente existem, sendo que futuramente possam vir a aparecer mais variantes dos principais.

Recomendações gerais:
Iniciado - HyperWRT
Médio - DD-WRT
Avançado - OpenWRT

DD-WRT: Baseado em Sveasoft (Ultima versão: v23 SP2).
OpenWRT: Firmware avançado, requer experiência em Linux (Ultima versão: White Russian RC5).
Sveasoft: Um dos mais populares, com muitas opções (Ultima versão: Alchemy).
Tomato: Bastantes recursos, leve e rápido.
Oleg: Firmware voltado para equipamentos Asus.
Coova: O actual melhor firmware para criar HotSpaots.
FreeWRT: Baseado em OpenWRT.
X-WRT: Baseado em OpenWRT.
Freifunk: Baseado em OpenWRT (Ultima versão: 1.0.5).

TinyPEAP: Baseado em Sveasoft's Satori, servidor RADIUS bom e estável para utilizadores avançados (Ultima versão: 2.50)- disponível aqui.
Ewrt: Permite aos utilizadores criar HotSpot’s (Latest Version: 0.4.3). - disponível aqui. - Descontinuado.
Thibor: Baseado no HyperWRT com muitos recursos (Ultima versão: 15c).
HyperWRT: Minimo recursos extras, rápido, para muitos utilizadores (Ultima versão: 2.1b1).

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Central VoIP em router alterado

Hoje li num forum um membro a questionar sobre a possibilidade de fazer uma pequena central VoIP a partir de uma router com o firmware DD-WRT.

Achei muito interessante e idei e desconhecia que tal era possível!!
Por curiosidade acerca desta possibilidade de fazer uma central voip em um router com firmaware alterado pesquisei na net e encontrei algumas coisas interessantes... uma das quais que acho que pode vir a ser util a todos os interessados.
Deixo em baixo os links que contem matérias mais importantes.

Edit:

tutorial do projecto

Firmware: OpenWRT
Software VoIP: Asterisk (só podia, Linux)
Equipamento: Linksys WRT54G

Transformar routers baratinhos em super routers - Firmwares livres

Hoje vou enunciar alguns exemplos de frimware's alternativos assim como os routers que os suportam.

Exemplo de alguns firmware's alternativos via wikipedia:

* DD-WRT
* OpenWRT - X-Wrt (extensão ao OperWRT para o utilizador final)
* FreeWRT - fork do projecto OpenWRT
* Tomato Firmware
* Sveasoft

Algumas das características deles:

OpenWRT - Controls are provided for Data logging, Booting, cron, NVRAM, file editing, Linux package management, SNMP, backup and restore, Firmware upgrade, WAN, VLAN, Wi-Fi, WEP, WPA, WDS, MAC filtering, Firewall, Port forwarding, DHCP, Dnsmasq, Hostnames, IP control, Routing, UPNP, QoS, DynDNS, WoL, OpenVPN, PPTP, and Hotspots.

DD-WRT - Many of DD-WRT’s features are not included in typical router firmware. These features include support for the Kai network, daemon-based services, IPv6, WDS, RADIUS, advanced quality of service, radio output power control, overclocking capability, and software support for a Secure Digital Card hardware modification.

A lista completa deste poderoso firmware na wikipedia.

FreeWRT - FreeWRT uses either JFFS (writeable root-filesystem) or SquashFS as read-only root-filesystem in combination with a writable overlay filesystem. A large amount of additional software packages can be installed via ipkg, a package management system similar to the Debian-style dpkg. As a lot of peripheral hardware is supported (like webcams, USB soundcards, printers, USB harddisks) there is a vast amount of possible usage scenarios in combination with the available software (NAS, Print server, media player etc.)

Tomato firmware - algumas características tais como: Interactive Ajax based GUI using SVGGUI look and feel changes). CLI access (BusyBox) via TELNET or SSH (using Dropbear). DNS forwarder (using Dnsmasq).Netfilter/iptables with customizable settings, IPP2P and l7-filter. Advanced QoS: 10 unique QoS classes defined, real-time graphs display prioritized traffic with traffic class details.Wireless LAN Radio power of adjustement , antenna selection, and 14 wireless channels.

Sveasoft - Sveasoft firmware is typically advertised as being able to increase the router’s radiotransmission power from 28 milliwatts to 251 milliwatts, as well as being able to use 14 channels for 802.11b transmissions instead of the 11 normally permitted in the U.S. or 13 permitted elsewhere.Other features include QoS support, Wireless Distribution System support, wireless bridging, client mode support (CPE), a PPTP VPN server and client, downloadable packages and IPv6support.The latest version of the Talisman firmware supports up to 16 Ethernet VLANs, up to 15 virtual wireless VLANs each with their own WEP, WPA, or WPA2 encryption and SSID, and bandwidth management and firewall features.

[Via Wikipedia]

Segundo a mesma wikipedia as marcas que geralmente os suportam são:

* Linksys
* Netgear
* D-Link
* Asus

Relativamente aos modelos, o que deu inicio a tudo é o Linksys WRT54G series.

A Netgear tem neste momento o seu NETGEAR WGR614L, o qual é de raiz um router para os amantes do Software Livre e das experiências ;) , tendo criado a própria Netgear, um site de apoio à comunidade.

A Asus é outra das marcas conhecidas que têm hardware compatível com estes firmwares, trata-se do Asus WL-500g, o qual é talvez o maior concorrente neste momento à Linksys.

A lista completa de routers suportados pelo OpenWRT.

A lista suportada pelo DD-WRT.


A lista suportada pelo FreeWRT.


Para finalizar deixo alguns valores de mercado para alguns destes routers, o interessante é que routers de preço relativamente baixo,, com estes firmwares tornam-se em routers que poderiam custar muito mais, tendo mesmo preços proibitivos.

Mais uma vez o Software Livre pode ser e é o grande amigo dos estudantes e profissionais de redes, estes firmwares são bem interessantes para testar o que se lê e estuda para as certifcações.

Linksys WRT54G series


Asus WL-500


Netgear WR614L

NETGEAR WGR614L - O Router Wireless Livre, suporta diversos firmwares baseados em GNU/Linux

A Netgear tem o seu NETGEAR WGR614L, um router inteiramente dedicado aos amantes do Software Livre e open source.

Com as seguintes características, “The high-performance WGR614L, features a 240 MHz MIPS32(R) CPU core with 16 KB of instruction cache, 16 KB of data cache, 1 KB of pre-fetch cache, and incorporates 4 MB of flash memory and 16 MB of RAM. In addition to an external 2 dBi antenna, the WGR614L integrates a second internal diversity antenna to provide enhanced performance and range. The router supports free open source Linux(R)-based Tomato and DD-WRT firmware and will soon support OpenWRT.”, a Netgear criou ainda um site que lhe serve de suporte e apoio por parte da comunidade FLOSS, que poderá assim desenvolver firmwares para este, trata-se do www.myopenrouter.com

O mais interessante é que já suporta um dos melhores firmwares que nasceram no mundo FLOSS, o DD-WRT, mas também se prepara para suportar o OpenWRT, outro firmware FLOSS.

NETGEAR Launches Open Source Wireless-G Router Enabling Linux Developers and Enthusiasts to Create Firmware for Specialized Applications

The NETGEAR Open Source Wireless-G Router (WGR614L), which features one 10/100 Internet WAN port and a four-port 10/100 LAN switch, incorporates an 802.11g access point to support wireless connectivity at speeds of up to 54 Mbps. The WGR614L supports static and dynamic routing with TCP/IP, VPN pass- through (IPSec, L2TP), NAT, PPTP, PPPoE, DHCP (client and server), and Bigpond. A Stateful Packet Inspection (SPI) firewall protects the network from intruders, and the wireless connection is secured with support for 40-, 128- and 152-bit WEP encryption, Wi-Fi Protected Access (WPA), WPA2-PSK, and Wi-Fi Protected Setup (WPS). Additional security features include: Exposed Host (DMZ), MAC address authentication, URL content filtering, logs and e-mail alerts of Internet activity.